Este é um ditado que minha mãe sempre usa quando fala sobre o amor. Coração é uma terra sem dono, nunca estamos preparados para o que pode acontecer, nunca estamos prontos para dizer aquela resposta que o outro quer ouvir, mas curiosamente em nosso íntimo nós a nutrimos, nós a alimentamos, nós a cultivamos até que ela cresça e floresça da forma correta, mas ainda assim estamos sujeitos a trancar nossos lábios e impedir que palavra alguma saia do nosso interior, e essa resposta adoece, murcha, morre, apodrece... E sufocamos, com as palavras que deixamos de dizer, e no fim... só o que resta é o arrependimento.
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
valorize sempre seu amor
Sei que já passou, mas assistam esse vídeo, na minha opinião foi o melhor vídeo do dia dos namorados que eu já vi, e também vale para todos os outros 364 dias do ano, aos amantes, valorizem sempre seu amor.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
hoje tudo pode ser sem sentido
Hoje nada precisa fazer sentido, não ficaria surpreso se descobrisse que porcos voam, que peixes falam e que os tucanos se beijam apaixonadamente, não me surpreenderia se me dissessem que a lua é de queijo e que o sol é uma bola de mel, acreditaria se me contassem que um coração pode bater mesmo sem sangue, e que o gênio da lâmpada está atendendo 3 desejos na porta da loteria. Hoje o impossível é apenas uma palavra comum, pois o possível está reinando, imperiosamente, como sempre deveria ter sido. Hoje tudo pode ser sem sentido, porque só assim conseguirei entender o inacreditável.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
buika - por el amor de amar
"Quien me quiera amar,
Amará tambien lo peor de mi, con ardor
El corazon del mundo canta en mi corazón
Mis pies siguen bailando sin cesar
Desde que desapareciste todo es celebracion
Y todo el dolor desapareció"
libertango
A meia luz, em um estúdio de dança vazio, dois corpos se movimentam, a música os preenche, cada nota invade suas veias e a paixão transborda nessas duas pessoas. Gestos de agressão se convertem em gestos de desejo, seus toques ardem no corpo que tocam, e a sensível insensibilidade se transforma na marca daquelas pessoas. O suor brota na pele afogueada, a atração paira na atmosfera do estúdio, e um beijo encerra aquele tango de paixões.
plenitude
Quando cheguei você estava acordando, o sol brilhava em minhas costas, naquele momento a minha vida toda passou diante dos meus olhos, pensei em tudo o que vivemos e o que ainda viveríamos, pensei nos desejos e nas promessas que fizemos e que ainda faríamos. Falaríamos sobre tudo, amigos, tempo, mundo, seu ciúme, a forma como te irrito quando te abraço quando estamos discutindo. Veríamos nossos vizinhos terem seus filhos, e algum tempo depois teríamos os nossos próprios filhos, e eu te amaria ainda mais. Te surpreenderia cumprinco a minha promessa te lhe fazer chorar de emoção, e você me amaria ainda mais. E seríamos felizes...
Te vi acordando, e me sentei ao seu lado na cama. Bom dia, eu lhe disse, e você sorriu...
crepuscolo sul mare
Ao longe, no horizonte, o sol se põe, o mar está calmo, as ondas se quebram nas pedras enquanto a orquestra de gaivotas apresentam um concerto ensurdecedor de gritos e asas batendo, o cheiro de sal penetra no corpo. O vento sopra agitando as folhas das palmeiras, aquele era um bom lugar para se sentar e pensar. Os pés enterrados na areia, os braços envolvendo as minhas pernas, e meus olhos vagueando, por aí... sem se ater a nada... nunca.
O sol desaparece ao longe. No horizonte.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
encontro
O dia morre lentamentee a chuva molha meu corpo, não quero mais esperar; vejo pessoas andando e correndo, abrindo seus guarda-chuvas, mas não quero andar. Tomo um táxi, olho para dentro de mim e me faço um milhão de perguntas, mas já não sinto nada. Estive naquele nosso local e te esperei, mas você não chegou, você nem mesmo pensou em ir, e eu já não existo... não existo e nem resisto. Já é muito tarde, a chuva cessou, mas dentro de mim há uma tempestade. Agora a vida que quis lhe dar escorre pelos meus dedos...
E eu não resisto e nem existo... não mais.
#43
Vamos dançar? Girar e bailar,
com nossos corpos colados um no outro,
girar com o mundo, girar despreocupados,
apenas girar e bailar, e dançar,
quem sabe até o mundo se acabar?
impessoal
Como você consegue ir embora o tempo todo? Como consegue escapar assim, dessa maneira? Ou então você não deve perceber que isso te faz feliz! Não, não quero que você vá, fique por favor, me espere chegar... Me deixa te ver ao manos antes de ir... Você sabe que não é tão simples assim! Por favor... Não... Espera até amanhã? Fica comigo esta noite...? Está me ouvindo? Ei, você está aí? Então responde, não me deixa falando sozinha... O que? Mas já está aí? Sei... (silêncio) Você não vai me esperar, não é? (mais um silêncio e um soluço) Tudo bem então... Eu entendi. Adeus...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
#42
Muitas foram as vezes em que me flagrei pensando em você. Maior é o número de vezes que menti dizendo que era apenas uma boa recordação. E ainda maiores foram as ocasiões em que imaginei você atravessando a porta com seu enorme sorriso dizendo que estava ali por mim...
uma conversa com gabriel
Gabriel cruzou as pernas e olhou por cima dos ombros, o horizonte sempre foi magnífico durante a aurora no quinto céu. Ela penteou a cabeleira de fogo com os dedos e então voltou os olhos para o serafim.
__ Ainda não acredito nisso... - ela confessou meneando a cabeça. - Quero dizer, você é a Morte, e a mulher é uma... Uma mortal! Desculpe, mas é demais para mim...
__ Qual é o problema? - Perguntou Uriel sorrindo, evitando olhar nos olhos da arcanjo.
__ Você é um serafim, e é aquele que rege as forças da morte! Precisa de um motivo melhor?
__ Nunca pensei que poderia acontecer...
__ Rá! Sabe quem vai se engasgar ao ouvir isso? - ela perguntou e respondeu logo em seguida. - Remiel! Ele vai perder a voz se for você mesmo quem contar... Seria uma situação inédita - a arcanjo emendou em um tom de voz mais baixo.
Os dois ficaram em silêncio, Uriel sentou em uma cadeira e pousou o queixo sobre as mãos e com os cotovelos apoiados sobre os joelhos.
__ Ela é fantástica...
__ Eu imagino que sim - ela murmurou então encarou o serafim. - Você conhece a nossa história como ninguém, então se lembra da vez em que anjos fizeram corpos para si e desceram até o plano material. Esses anjos se deitaram com as mulheres e tiveram filhos, e os nefrains se tornaram parte da intercessão entre anjos e humanos... Imagina o quão poderoso e perigoso pode ser um filho legítimo do serafim da morte! Sabe quanta dor de cabeça você vai nos causar? - Gabriel perguntou com um largo sorriso enfeitando o belo rosto.
__ Não posso fazer isso... não tenho, sabe, o material necessário para contribuir no ato.
__ Como assim? - Gabriel esboçava uma expressão divertida enquanto encarava o serafim. - Você não pode...
__ Não, não é isso! - Ele exclamou, sua aura ficou vermelha, e isso fez com que a arcanjo deixasse escapar uma alta gargalhada. - Eu sou a morte... Não posso criar a vida, essa é a especialidade do meu irmão.
__ E mesmo assim você está sujeito aos sentimentos humanos... Ora, isso é patético morte! Abandone a terra dos mortais e volte para cá, ou então busque refúgio na Ilha da morte...
__ Não sou patético, e também não quero voltar, aprendi mais com essas pessoas do que com o povo celeste... Estou experimentando tantas coisas diferentes, nem mesmo Miguel pode imaginar como é bom estar ao lado deles...
__ Sei, e quando ela morrer?
__ Reencarnação... - ele murmurou calando-se logo em seguida, quando um sonoro tapa ecoou pelo palácio da arcanjo.
Gabriel estava diante de Uriel e seu olhar era feroz.
__ Está ouvindo a si mesmo? - Ela perguntou, sentindo-se ultrajada pela resposta do serafim. - Você não pode e não tem o direito de fazer isso! Essa mulher não é diferente de ninguém, ela não merece um tratamento especial só porque você está encantado pelos dotes dela!
__ Não fale assim... Me desculpe, olhe, se ela morrer, eu choro! Está contente?
__ Agora você está sendo cínico.
O serafim preferiu se calar.
__ Entenda, não existimos para compartilhar dos mesmos sentimentos dos mortais, temos o nosso próprio propósito assim como eles têm o propósito deles, isso é tudo, qualquer coisa que ultrapasse essa linha é proibido.
__ Isso não é justo...
__ E você vem reclamar comigo?! Fale com seu irmão - Gabriel voltou para perto da amurada. - Por favor, não discuta... Somos assim, fomos criados dessa forma, essa é a nossa natureza.
__ Trecho de "As crônicas de Uriel"
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
você, eu e o que sinto
E de repente você percebe que as coisas avançam em uma velocidade que jamais imaginaria, e não quer que pare, não quer que haja qualquer interrupmento, pois sabe que está perfeito assim, do jeito que está acontecendo. Um certo medo se abate sobre teus sentimentos, pois a velocidade pode acarretar a algum possível desastre, mas você se vê tão envolvido que não se imoprta... Venha o que vier, aconteça o que acontecer... o que importa é estar com você.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
um suspense psicológico ou sobrenatural
1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e decadente mansão, onde nada é o que parece, dois irmãos são negligenciados pelo seu tutor e tio. A jovem Florence, de apenas 12 anos, passa os dias cuidando de seu irmão mais novo Giles e perambulando pelos corredores, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que, um dia, a menina encontra a biblioteca proibida da mansão, e apaixona-se por ela. Mas existem segredos sombrios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Por que Florence sempre sonha com uma misteriosa mulher que insiste em ameaçar seu irmão? O que esconde a nova preceptora? E por que o tio não permite que ela aprenda a ler? Florence precisa encontrar muitas respostas - sejam elas inventadas ou não, e soluções nem sempre fáceis para proteger Giles, e o seu amor pelos livros, antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário.
Ok, tá aí um livro que me deixou de boca aberta após terminar de ler, quando li o título achei que seria do mesmo gênero de A menina que roubava livros, mas acabei errando feio. Florence é uma garota de 12 anos, muito esperta, exploradora, destemida, que se embrenha em qualquer lugar da mansão em que mora, e é desse jeito que ela descobre a biblioteca da mansão, e aprende a ler sozinha; ela vive na mansão junto com seu meio-irmão Giles, que abandona a escola para ser educado em casa. Seu tio, o dono da mansão, tem uma única regra, mulheres são proibidas de receberem uma educação adequada, mas a menina resolve burlar a regra e dá início a sua educação. Uma preceptora é contratada para ensinar Giles, porém, ela morre misteriosamente no lago, afogada. É quando chega a srta. Taylor, a segunda preceptora, que logo ativa o desconfiômetro de Florence, e faz com que a menina desconfie que a mulher é um espírito que quer sequestrar seu irmão.
Este livro é dividido em duas partes, e isso separa muito bem os pontos-chave das duas partes. A primeira parte funciona como uma introdução da protagonista, Florence, também descobrimos que ela tem uma pequena dificuldade em fazer amigos, e temos uma noção do leve "romance" que ela tem com o seu vizinho asmático: Théo, e por fim descobrimos que ela está disposta a fazer qualquer coisa para proteger o irmão de qualquer mal, já que os dois vivem sozinhos naquela mansão... Em suma, Florence é uma personagem feita para ser amada por todos.
Na segunda parte do livro, descobrimos as cosnequências que seguem após a morte da primeira preceptora, o que culmina na chegada da srta. Taylor, é quando começa todo o suspense que envolve Florence e a faz acreditar que a nova preceptora é um ser malígno que não quer apenas levar Giles, mas sim devorá-lo, e então somos envolvidos por um clima sobrenatural pesado, digno dos irmãos Winchester. E a Florence que conhecemos na primeira parte vem a baixo devido a muitas desconfiaças que passamos a ter em relação a ela. Logo você começa a se perguntar se tudo o que ela diz é verdade, pois como o livro é narrado em primeira pessoa, temos apenas a visão da garota, então fica difícil acreditar se é tudo real ou ilusão.
Além disso, muitos outros pequenos mistérios são jogados pelo caminho, nada é realmente exclarecido em relação ao tio, e a história sobre a morte da primeira preceptora não é realmente contada, embora, no fim do livro fique bem claro o que aconteceu. A menina que não sabia ler é sem dúvida nenhuma um livro para ser lido mais de uma vez, se você não gosta de livros em que os mistérios só são esclarecidos no final, então corra, fuja imediatamente desta história, mas se você gosta de histórias em que mesmo após ler você fica se perguntando sobre diversos acontecimentos ao longo do livro, então apresse-se para ler esta obra magnífica. Recomendo para quem está entediado, é um santo remédio.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
31 dias para 2013
Olá dezembro, o ano está chegando ao fim... Passou muito rápido, e 31 dias em vista dos 334 anteriores, não parece ser muita coisa. Novembro não foi o melhor mês deste ano, mas espero sinceramente que dezembro seja diferente, que dezembro traga consigo boas novas, e que seja um belo encerramento para este ano, porque vou contar uma coisa, tá sendo uma loucura.
meryl streep - the winner takes it all
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
vivendo entre os mortais
Em suas andanças, Uriel alcançou as regiões quentes da Arábia, onde o sol era tão escaldante, que a população da cidade onde ele decidiu manter residência, ficava dentro de casa o dia inteiro. Portas e janelas permaneciam fechadas sem a menor fresta. Era como se todos os habitantes das casas estivessem dormindo, ou então não estivessem dentro delas, mas isso era impossível, pois o celestial conseguia sentir a presença dos humanos naquele lugar.
Além disso, a rua estreita de casas altas como pequenos prédios, onde ele morava, fora construída de tal maneira que a réstia de sol não se movia lá dentro de manhã à tardinha.
Mas tudo mudava no momento em que o sol desaparecia no horizonte.
Ele se divertia vendo aquilo. Quando sentia o ar fresco da noite, o serafim saía ao terraço, as estrelas surgiam aos poucos no maravilhoso céu noturno, ao se espreguiçar sentindo a noite, Uriel tinha uma leve noção do que era estar vivo.
As pessoas eram todas muito bonitas, seus cabelos eram negros e lisos, os olhos eram grandes, redondos e castanhos, e a pele era de mogno, os homens usavam pesadas roupas de cores claras e sóbrias as cores mais comuns eram os tons pastéis, enquanto as mulheres usavam roupas mais leves e muito coloridas, e como adorno elas se enfeitavam com muito ouro, colares, anéis, pulseiras, tudo muito reluzente.
Nos terraços das casas haviam postes improvisados, que eram longos pedaços de madeira que ficavam em pé e presas ao topo haviam candeias acesas, em cada um dos terraços haviam pelo menos cinco destes postes improvisados, as famílias se reuniam para comer e conversar, enquanto no nível da rua, os comerciantes anunciavam seus produtos e barganhavam com os clientes o valor de cada item que vendiam. Todas as noites pareciam ser festa, havia muitas risadas, muita conversa, o soukh era vasto e farto de todo tipo de mercadoria, tudo podia ser encontrado no grande mercado, desde que você soubesse o que e onde procurar.
Bem no meio desse lugar estava Uriel, ele se destacava no meio do povo, era mais alto que os homens daquele lugar, sua pele era muito clara, os cabelos e os olhos eram mais negros do que os de qualquer homem ou mulher daquela região. Ele estava sempre vestido com uma túnica da cor da noite, e quando descia ao soukh as pessoas sempre paravam para vê-lo, todos ficavam muito curiosos, pois até o momento nunca haviam encontrado um homem de pele clara como o mármore. Quando andava pelas ruas, as pessoas corriam para as janelas e as portas, as crianças o seguiam tão d eperto quanto seus pais permitiam, as mulheres escondiam o rosto deixando escapar alguns risinhos abafados, e os homens sussurravam todo tipo de histórias sobre o homem estrangeiro.
(...)
Uriel seguia todos os costumes daquele povo fasciante, ele ia à mesquita para fazer suas orações, e participava de todos os rituais religiosos, quando recebia convites de vizinhos - que faziam um esforço enorme para passar por cima do receio e estender a mão amiga para o celestial - para comparecer a festas que as pessoas davam, ele fazia questão de ir, e quando lhe perguntavam de onde ele vinha, ele sorria e dizia sempre a mesma coisa: "De um lugar muito alto e muito longe daqui...". Uriel era sempre muito educado, e um dos seus prazeres era comer e dormir, para ele que era um serafim, essas duas ações eram um luxo do qual podia dispor tranquilamente.
Sua vida seguia em paz, os ceifeiros se ocupavam em fazer o trabalho do celestial, e ele procurava estar o mais perto possível dos humanos; aos poucos ele descobria o pazer em existir, ainda sem conhecer os sentimentos que destacavam a humanidade, o serafim aproveitava ao máximo tudo o que estava ao seu alcanse.
__ Trecho de "As crônicas de Uriel"
cássia eller - as coisas tão mais lindas
Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela, então eu me vi
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
zélia duncan - não vá ainda
Por favor não vá ainda
Espera anoitecer
A noite é linda
Me espera adormecer
Não vá ainda
zélia duncan - jura secreta
Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei
cássia eller - luz dos olhos
Cartazes te procurando
Eu vou guiando
Aeronaves seguem pousando
Sem você desembarcar
Pra eu te dar a mão nessa hora
Levar as malas pro fusca lá fora
Eu te espero vem
Siga aonde vão meus pés
Porque eu te sigo também
terça-feira, 27 de novembro de 2012
brenda russel - piano in the dark
I know, caught up in the middle
I cry just a little
When I think of letting go
Oh no, gave up on the riddle
I cry just a little
When he plays piano in the dark
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
hoje..
Hoje não me sinto bem, mas não quer dizer que eu queira sentar e "desabafar"... Hoje não me sinto contente comigo mesmo ou com o mundo. Hoje não estou com saco para tolerar coisas pequenas, hoje quero me sentar diante de um livro ou de uma janela e me presentear com um breve, mas duradouro, momento de paz. Hoje quero sorrir de algo simples, hoje não quero complicações, não quero dissecar assuntos ou pessoas complexas, hoje quero permitir que o trivial tome algumas horas do meu dia. Hoje quero o comum, quero o básico, quero o nostálgico... Hoje quero curtir meu momento solitário sem descartar a possibilidade de ter uma boa companhia com quem sei que poderei trocar algumas palavras, caso haja a remota chance de alguém dizer algo interessante... Hoje eu quero ter a chance de precisar de alguém, hoje quero ser amparado... hoje quero não precisar me importar com nada...... hoje quero a rotina.Hoje quero a vida acontecendo... muito longe de mim.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
caindo... de preferência de um lugar muito alto
Quando decido embarcar em um relacionamento, eu simplesmente me jogo, sem me importar com o que me espera lá em baixo, quero apenas aproveitar a queda, não ligo para o tempo que vou gastar caindo, apenas espero estar certo de que me joguei do quingentésimo andar, e não do segundo. É claro que eu torço para não me estatelar no chão, mas às vezes isso é inevitável...
play list do dia
- Jason Mraz - I Won't Give Up
- Adele - Someone like you
- John Mayer - Shadow days
- Blind Melon - Change
- Amy Winehouse - Back To Black
- Bruno Mars - The Lazy Song
- OneDirection - Secrets
- Playing for change - Better man
- David Guetta feat. SIA - Titanium
- Elliott Smith - Georgia, Georgia
- Fun. Ft. Janelle Monáe - We Are Young
- Playing for change - Stand by me
- Jessie J - Laserlight
- John Mayer - Queen Of California
- Red Hot Chili Peppers - Did I Let You Know (This I Know)
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
uma dica sobre o signo de touro
Este é um signo de posse. Para conquistar uma pessoa de touro você deve se mostrar fiel e presente. Nada de muita simplicidade nos presentes, nos jantares e nos afetos, pois esse é um signo guloso em todos os sentidos. Sensualidade deve ser prioridade, nada de carinhos tímidos. O romantismo deve estar presente em todos os momentos e nem tente olhar ou falar de outro “alguém” ao seu lado. Ciúme e possessividade são suas principais características.
As coisas não são bem assim. Ciúme e possessividade não são as principais características de um taurino, muito pelo contrário, nossa principal característica é saber o valor do próximo e também não cometermos a burrada de perdê-los por qualquer motivo besta. Seja sim fiel e presente, mas não se engane achando que apesar dessas duas exigências, nós taurinos somos carentes, porque isso não é verdade, apenas gostamos de companhia, mas há momentos que simplesmente sua presença dá nos nossos nervos, então cuidado viu... Sensualidade é um breve caso a parte, já que o signo de touro é MUITO "quente", tudo na hora certa e na medida certa é bem vindo, mas sozinhos... aí o forno esquenta. O romantismo está sim sempre presente, e sinceramente, não precisa ser taurino pra não gostar quando a pessoa que está com vc fala de outro, é chato isso, não é verdade? A diferença é que alguns taurinos ficam emburrados, outros ñ comentam, outros levam numa boa, porque sabemos que somos melhores, já que a pessoa está conosco. Sobre presentes... muita gente diz que o taurino gosta do luxo e coisa e talz, siguinte: não tem nada a ver MESMO!!! O taurino é fácil de agradar, ñ importa qual seja presente, desde que seja de coração, pode ser até uma cartela de adesivos, mas que seja um presente sincero, não tem que ser perfeito, não tem que ser caríssimo, tem que ser de coração. E pelo amor de Deus, parem de dizer que o taurino é teimoso! Ele é obstinado, não discuta, porque se dissermos que A e B são a mesma coisa, é porque temos certeza absoluta do que estamos falando, e se não for o certo então deixa pra lá, uma hora ou outa vamos descobrir, não é verdade? E só mais uma última coisinha... o taurino é sentimentalista, gostamos de falar sobre sentimentos, somos fortes, duros, mas isso é apenas para sobrevivermos, por dentro normalmente ficamos arrasados como uma cidade após a guerra. Lembrem-se sempre disso.
onerepublic - secrets
Diga-me o que quer ouvir
Algo que agradará aos seus ouvidos
Cansado de toda essa insinceridade
Então abrirei mão de todos os meus segredos
Dessa vez
Não preciso de outra mentira perfeita
Não me preocupu se as críticas nunca aparecem de uma só vez
Eu estou me desfazendo de todos os meus segredos.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
uma repórter em Cabul e o retrato de um livreiro
Campeão nas listas de mais vendidos em todo o mundo, trazido para quarenta países, O Livreiro de Cabul foi considerado pela crítica um dos melhores livros de reportagem sobre a vida afegã depois da queda do Talibã. Após conviver três meses com o livreiro, Sultan Khan, em Cabul, a jornalista norueguesa Asne Seierstad compôs este retrato das contradições extremas e da riqueza daquele país. Por mais de vinte anos, Sultan Khan enfrentou as autoridades para prover livros aos moradores de Cabul, e assistiu aos soldados talibãs queimarem pilhas e pilhas de livros nas ruas. Por meio de uma narrativa envolvente, Asne Seierstad dá voz à fam´lia Khan, apresentando uma coleção de personagens comoventes que reflete as desigualdades do Afeganistão.
Este é o tipo de livro que gera inúmeras divergências de opiniões, por um lado vemos uma estrangeira em um país com uma cultura completamente diferente da qual ela está acostumada, vemos tudo o que ocorre através dos olhos e da percepção desta jornalista, que denuncia várias casos que ocorrem dentro da família Khan, que, assim como qualquer família, também está sujeita a altos e baixos. O livreiro de Cabul, não é um livro que denuncia apenas uma família, ele denuncia um povo, uma cultura, séculos de tradições, o que Asne faz não é apenas descrever o dia a dia de uma família, ela conta em detalhes, o sofrimento de mulheres que são caladas por seus maridos e familiares.
Não posso dizer muito sobre esse livro sem dar spoiler, mas posso garantir que ele no mínimo irá chocá-lo... Nós, ocidentais, temos uma visão a respeito do povo do Oriente Médio, aquela visão comercial que nos passam, de mulheres usando burcas pelas ruas e de homens trabalhando em seus negócios, é desmantelada por Asne, que ao mesmo tempo em que rasga esse quadro que temos em mente, ela pinta um novo quadro muito mais interessante.
Sem dúvida eu recomendo este livro.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
#39
Se é seu amigo, então ele pode errar 100 vezes com você, e em todas as 100 vezes você deve perdoar, pois se não perdoar, você estará errando uma vez a mais que ele.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Terry Pratchett - Eric
Há muito tempo eu quero criar um Tag apenas para comentar sobre os livros que eu leio, bem, finalmente consegui, aqui vai a primeira postagem, um ótimo livro para uma noite de insônia.
[[posterous-content:pid___0]]
Sinopse: Eric é um demonólogo de 13 anos de idade com grandes pretensões. Seu maior problema talvez seja nunca ter de fato evocado um demônio. Quando parece que finalmente conseguiu, dá de cara com um certo mago e sua terrível acompanhante. E isso é só o começo da encrenca. O rei dos demônios tinha planos para o garoto e não aceitará passivamente essa interferência. Logo Eric, Rincewind e sua inseparável Bagagem serão obrigados a lidar com tribos primitivas, guerras sem sentido e um tipo diferente de inferno. Afinal de contas, o jovem demonólogo ignorou uma única precaução elementar: muito cuidado com o que deseja!
Com um humor sagaz e uma pitada de loucura, Terry Pratchett transforma um clássico da literatura em uma história fantasticamente "classuda". De início temos Eric, um molengão de 13 anos, que aparentemente lembra muito um velho encarquilhado que anda curvado e tem a pele cinzenta, com alguns pequenos detalhes que desfazem a primeira impressão: Eric não é uma pessoa enrugada e ele usa uma barba falsa. Logo em seguida rencontramos Rincewind que havia desaparecido no fim do livro O Oitavo Mago, e por sorte ele não morreu. Em poucas palavras, Rincewind é um mago obtuso e muito bisonho e tem uma espetacular habilidade em fugir de qualquer situação complicada, apesar de ser um mago, ele não consegue fazer magia nenhuma, pois uma das magias mais poderosas que criaram o Discworld entrou na cabeça dele e impede que ele aprenda qualquer magia, desde a mais simples até a mais complexa, em algumas osasiões nos livros anteriores essa magia já atuou para salvar a vida de Rincewind, mas isso é muito raro.
Quando Rincewind aparece dentro de um círculo de evocação traçado no chão do quarto de Eric, ele jamais imaginaria que acabaria se metendo em uma confusão tão grande que o conduziria até o submundo das almas condenadas, onde as torturas mais cruéis são inúmeras declarações sobre a política da empresa em várias cópias... Sabendo que tem direito a 3 desejos, Eric abusa da paciência de Rincewind desejando coisas um pouco fora da realidade, e a partir desses três desejos a vidinha entediante do jovem demonólogo, e a busca pela paz do velho mago acabam se transformando em uma corrida desenfreada para escapar de povos primitivos que desejam sacrificá-los, de soldados que lutam em uma guerra por uma jovem donzela que foi sequestrada (eu conheço essa história!!!) e do próprio Novo Rei dos Demônios, que vestido com seu colã vermelho com capuz de chifrinhos e armado com um tridente, está disposto a segui-los até os confins do universo para recuperar a alma de Eric, que ele tanto queria dominar.
Eric é um livro curto, em apenas 125 páginas você pode chorar de rir, se surpreender com as políticas infernais e dar graças por nunca precisar cruzar o caminho com a Bagagem.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
marilyn manson - this is halloween
Feliz Halloween !!!






